Pebmed - Notícias e Atualizações em Medicina
Cadastre-se grátis
Home / Clínica Médica / Atualização das evidências sobre o uso de hidroxicloroquina para Covid-19 [vídeo]
médico escreve sobre hidroxicloroquina na covid-19

Atualização das evidências sobre o uso de hidroxicloroquina para Covid-19 [vídeo]

Esse conteúdo é exclusivo para
usuários do Portal PEBMED.

Tenha acesso ilimitado a todos os artigos, quizzes e casos clínicos do Portal PEBMED.

Faça seu login ou inscreva-se gratuitamente!

Continuando o assunto sobre o uso da hidroxicloroquina e cloroquina contra a doença pelo novo coronavírus (Covid-19), neste vídeo apresento o estudo mais recente e faço uma análise crítica de acordo com a Medicina Baseada em Evidências. Este foi um estudo multicêntrico, randomizado e aberto em pacientes hospitalizados com Covid-19, na China. Confira a análise no vídeo abaixo:

Se você não assistiu o primeiro vídeo, pode conferir aqui!

Autor:

3 comentários

  1. Avatar

    Perigoso demonstrar estudo brasileiro com HCQ a 600mg como demonstração de ineficácia.
    Relatar que não tem diferença o uso da HCQ isolada x HCQ + AZI – com diferença percentual de 1% no máx. de 2,1 % como não significativa?
    Não faço uso de HCQ por trabalhar em UBS, assistência primária mas sua ação no Bloqueio da endocitose do RNA viral pelas células do hospedeiro humano estão demonstradas nas aulas da FMUSC e corroboram com o início precoce do medicamento e ambiente hospitalar.
    Não acrescentou.

    • Fabio Tuche

      Prezada Adriana obrigado pelo seu comentário. Na verdade, não foi somente o caso de demonstrar ineficácia do uso de cloroquina em doses altas (600 mg 2x/dia por 10 dias) para pacientes com a forma grave da doença, mas também o de malefício (dano) visto que já no início do estudo houve um maior número de mortes no grupo que estava recebendo essa dose. Isso se fez pois seria anti-ético continuar testando uma intervenção com esses resultados, colocando em risco um número maior de pacientes.
      Já em relação a justificar o uso de uma medicação pautado apenas em plausibilidade biológica (mesmo que amplamente utilizada com segurança em outros cenários ou contextos clínicos) em pacientes com uma doença, cuja fisiopatologia estamos começando a entender e que já sabidamente cursa nas formas graves com um percentual de cerca de 30% de acometimento cardíaco, seria uma temeridade com potencial de maior malefício do que benefício. Veja o exemplo da lidocaína no pós infarto do miocárdio. Foi durante certo tempo amplamente prescrita pois suprimia as frequentes extrassístoles ventriculares, que são muitas das vezes precursoras de arritmias malignas. Até o dia em que foi avaliada nesse caso com rigor científico, demonstrando que na verdade aumentava a mortalidade desses pacientes.

    • Avatar

      Perfeito 👍🏽

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

×

Adicione o Portal PEBMED à tela inicial do seu celular: Clique em Salvar na Home Salvar na Home e "adicionar à tela de início".

Esse site utiliza cookies. Para saber mais sobre como usamos cookies, consulte nossa política.