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Câncer colorretal: novas diretrizes para prevenção

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Tempo de leitura: 2 minutos.
U.S. Multi-Society Task Force on Colorectal Cancer (MSTF) publicou suas novas diretrizes para a prevenção do câncer colorretal. No documento, os exames de triagem foram divididos em três níveis com base em sua eficácia. Veja abaixo as principais recomendações.

Nível 1:

Colonoscopia a cada 10 anos
Teste imunoquímico fecal anual

Segundo a MSTF, a colonoscopia e o teste imunoquímico fecal são recomendados para o rastreio, independente da forma como este é oferecido. Em uma abordagem sequencial baseada em colonoscopia oferecida em primeiro lugar, o teste imunoquímico deve ser oferecido aos pacientes que recusam a colonoscopia. Uma abordagem estratificada por risco também é adequada, com rastreio através do teste imunoquímico em populações com baixa prevalência estimada de neoplasia avançada e triagem de colonoscopia em populações de alta prevalência.

Nível 2:

Colonografia por tomografia computadorizada a cada 5 anos
Teste de DNA imunoquímico fecal a cada 3 anos
Sigmoidoscopia flexível a cada 5-10 anos

Esses são exames de triagem adequados, mas cada um tem desvantagens em relação aos do nível 1.

Nível 3:

Cápsula endoscópica a cada 5 anos

A MSTF sugere que o Septin9 não seja usado para triagem.

Veja também: ‘AAS recomendado na prevenção do câncer colorretal’

O rastreio deve começar aos 50 anos de idade em indivíduos de risco médio. A incidência de câncer colorretal está aumentando em pessoas com menos de 50 anos e, por isso, recomenda-se uma avaliação diagnóstica completa de jovens com suspeita de sangramento colorretal.

A interrupção do rastreio pode ser considerada aos 75 anos ou em pacientes com < 10 anos de expectativa de vida. Indivíduos sem triagem prévia devem ser acompanhados até os 85 anos, dependendo da idade e das comorbidades.

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Referências:

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