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Como a depressão refratária e os distúrbios metabólicos estão relacionados?

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Um novo estudo publicado na revista American Journal of Psychiatry sugere que uma grande proporção de pacientes com depressão severa e refratária tem distúrbios metabólicos que, uma vez tratados, aliviam os sintomas depressivos a longo prazo.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores realizaram uma avaliação metabólica segmentada de 33 pacientes adolescentes e adultos jovens (de 14 a 40 anos) com história de depressão refratária (pelo menos três tratamentos com medicação máxima e de duração adequada) e 16 voluntários saudáveis. Plasma, urina e o perfil metabólico do líquido cefalorraquidiano (LCR) foram analisados.

Distúrbios metabólicos do LCR foram identificadas em 21 dos 33 participantes com depressão refratária e em nenhum dos voluntários saudáveis. A deficiência de folato cerebral (n = 12) foi mais comum, com níveis normais de folato sérico e baixos de 5-metiltetrahidrofolato (5-MTHF).

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Entre os 12 pacientes com essa deficiência, 10 apresentaram melhora após tratamento com ácido folínico (1-2 mg/kg/dia), por pelo menos 6 semanas (intervalo, 6-79 semanas), enquanto continuavam seus regimes de tratamento pré-avaliação. Os escores médios da Escala de Depressão de Beck (BDI) nesses pacientes diminuíram de 30,6 para 11,0 (p <0,02).

Outros estudos também relacionaram as mudanças na regulação da via foliar com a depressão, e especularam que tais alterações desempenham um papel importante na resposta ao tratamento.

Referências:

  • Neurometabolic Disorders: Potentially Treatable Abnormalities in Patients With Treatment-Refractory Depression and Suicidal Behavior.

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