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Ingestão de laticínios e risco de fraturas em mulheres na transição da menopausa

Ingestão de laticínios e risco de fraturas em mulheres na transição da menopausa

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A osteoporose é uma doença irreversível e com sua progressão temos uma piora na qualidade de vida do paciente, aumentando a morbidade e mortalidade. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) os 7,5 milhões de novos idosos que ganhamos de 2012 a 2019 representam um aumento de 29,5% neste grupo etário, sendo assim, aumenta a prevalência de mulheres na transição da menopausa em nosso país, com maior risco de desenvolver osteoporose e sofrer com suas complicações.

Leia também: ENDO 2021: como tratar osteoporose durante a pandemia de Covid-19?

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Estudo recente

Em agosto de 2020 foi publicado um artigo na revista Menopause sobre a ingestão de laticínios e o risco de fraturas por diminuição da densidade óssea em mulheres na transição da menopausa. Um estudo de coorte multiétnico realizado com mulheres nesse período utilizando a base de dados Study of Women’s Health Across the Nation (SWAN), o qual já foi extensivamente descrito e contém dados de mulheres por todo os Estados Unidos. Nessa pesquisa os dados foram coletados pela linha de estudo da SWAN envolvendo ossos. 

A base de dados iniciou a coleta em 1996 de mulheres entre 42 e 53 anos, com útero intacto, com pelo menos um ovário, sem uso de hormônio nos últimos três meses do início da pesquisa, em cinco grandes centros norte-americanos. Durante dez anos essas mulheres foram acompanhadas para avaliar o desenvolvimento de osteoporose e suas complicações, associando esses dados a um questionário sobre os hábitos alimentares dessas mulheres, com ênfase na ingestão de laticínios. Essa avaliação foi realizada através da densitometria óssea da coluna lombar e da cabeça do fêmur. Importante ressaltar que nesse estudo os dados sóciodemográficos foram utilizados para evitar viés devido hábitos de vida nocivos à saúde óssea e fatores de risco genéticos. 

Conclusão

Os resultados mostram não haver diferença significativa da densidade óssea e fraturas patológicas entre os grupos com baixa, moderada ou alta ingestão de laticínios durante a fase de transição da menopausa. Além disso, o autor ressalta que diferente do que estudos anteriores mostraram, também utilizando a base de dados SWAN, não existe a janela de oportunidade de suplementação de cálcio nas pacientes na perimenopausa e menopausa. Essa conduta também não tem mudança significativa no desenvolvimento de osteoporose e de fraturas patológicas.

Saiba mais: Laticínios causam acne? Mitos e verdades

Com o crescente aumento da população idosa, e consequentemente, de mulheres na pós-menopausa são necessárias medidas preventivas de saúde para melhorar a qualidade de vida das mulheres nessa fase. Afinal, com os avanços nas áreas da  saúde e tecnologia das últimas décadas, esse período vivido pelas mulheres ainda é muito produtivo, e a procura por medidas profiláticas de patologias geriátricas é grande. Ainda é necessário mais estudos para delinear protocolos com maior embasamento científico para profilaxia de osteoporose e fraturas patológicas nas mulheres na perimenopausa.

Autor(a):

Referências bibliográficas:

  • Wallace TC, Jun S, Zou P, McCabe GP, Craig BA, Cauley JA, Weaver CM, Bailey RL. Dairy intake is not associated with improvements in bone mineral density or risk of fractures across the menopause transition: data from the Study of Women’s Health Across the Nation. Menopause. 2020 Aug;27(8):879-886. doi: 10.1097/GME.0000000000001555
  • Johnston CB, Dagar M. Osteoporosis in Older Adults. Med Clin North Am. 2020 Sep;104(5):873-884. doi10.1016/j.mcna.2020.06.004
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