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Leucemia mieloide aguda: FDA aprova duas novas terapias para a doença

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Caracterizada pela proliferação clonal e consequente acúmulo de blasto na medula óssea, o que contribui para a falência medular, a leucemia mieloide aguda (LMA) é uma doença que acomete geralmente os adultos, principalmente  os indivíduos com mais de 65 anos. Uma das abordagens terapêuticas, a depender do subtipo da LMA, inclui hidroxiureia para citorredução antes do início da indução de remissão, logo após é indicado o tratamento quimioterápico, que consiste em duas fases: indução de remissão e consolidação.

Tratamentos contra leucemia mieloide aguda aprovados pela FDA

A Foods and Drugs Administration (FDA) aprovou recentemente duas novas técnicas para o tratamento da LMA. A primeira é indicada para pacientes idosos com mais de 75 anos que se encontram impossibilitados de receber quimioterapia devido à idade avançada; o segundo método é orientado para pacientes com determinado tipo de mutação no gene FLT3.

O daurismo é um fármaco administrado em combinação com baixas doses de citarabina, um tipo de quimioterápico usado no tratamento de pacientes recém-diagnosticados com LMA. O medicamento é indicado para idosos que não suportariam uma quimioterapia padrão por causa do alto índice de toxicidade ou àqueles com comorbidades que impossibilitariam o tratamento usual. Nestes pacientes, a taxa de sobrevivência no período de cinco anos é entre 3% e 8%. Entre os mais jovens a taxa está em torno dos 50%.

Leia mais: 1ª terapia genética para tratar leucemia linfoblástica aguda é aprovada

A FDA aprovou também o gilteritinib, um inibidor da tirosina quinase do receptor AXL, para o tratamento de pacientes adultos refratários com mutações no gene FLT3, uma das formas mais comuns de mutação. A alteração genética ocorre em cerca de 25% a 30% dos pacientes com leucemia mieloide aguda, o que pode resultar em uma maior agressividade da doença e maior risco de reincidência.

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*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

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