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Projeto Lean agiliza atendimento em 39,5% nas UPAs 24h pelo país

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Uma redução de 39,5% no tempo médio de permanência de pacientes foi verificada nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) do país, que contam com o Projeto Lean, metodologia japonesa que, após a Segunda Guerra Mundial, chegou ao Ocidente. O projeto já foi utilizada em praticamente todos os setores produtivos. A partir da década de 1990 houve uma adaptação para utilização na área da saúde com impactos positivos.

Um dos indicadores utilizados para medir os resultados do projeto é o indicador de superlotação, chamado de Escala de Superlotação do Departamento Nacional de Emergência (NEDOCS), que mensura quesitos como tempo de passagem de pacientes pelas urgências, permanência no hospital, tempo de alta, entre outros.

O Projeto Lean nas UPAs 24h é uma parceria do Ministério da Saúde com a Universidade Federal Fluminense (UFF), do Rio de Janeiro que já foi implantado em mais de 90 hospitais públicos com sucesso e agora em 50 UPAs.

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Atendimento na UPA é agilizado com projeto Lean

Bons exemplos pelo país

Na UPA de Cajamar, em São Paulo, a redução foi de 40,48% no tempo médio de permanência dos pacientes na unidade, passando de 168 minutos para 100 minutos.

A UPA São Sebastião, no Distrito Federal, apresentou diminuição de 38,08% no tempo de permanência dos usuários na unidade, passando de 239 minutos para 148.

Em São Luís, no Maranhão, a UPA da Cidade Operária teve redução de 37,09% no tempo médio, passando de 302 minutos para 190.

Já na UPA Sul de Palmas, no Tocantins, a redução atingiu 40,82% no tempo médio passou de 196 minutos para 116.

Como funciona

O Projeto Lean já beneficiou cerca de 13 milhões de usuários da rede pública no país. Entre os meses de abril e novembro foram realizadas mais de 28,3 mil horas de capacitação para os 548 colaboradores das UPAs. Vale destacar que, durante a pandemia, não houve suspensão dos projetos nas UPAs.

“A metodologia já se mostrou eficaz e importante tanto para a capacitação dos funcionários das unidades participantes, quanto para a qualidade dos serviços prestados aos pacientes do SUS”, disse Adriana Teixeira, diretora do Departamento de Atenção Hospitalar e de Urgência do Ministério da Saúde.

O período de implantação do projeto passa por duas fases:

  • visitas técnicas presenciais nas unidades;
  • monitoramento dos resultados alcançados.

O sistema gerou resultados qualitativos e quantitativos como os 100 projetos estruturados de implantação do Fast Track (fluxo rápido de atendimento aos pacientes) e humanização (76 implementados e 24 em andamento) e 640 boas práticas implementadas nas 50 UPAs incluídas no projeto Lean.

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Segundo o portal do Ministério da Saúde, a metodologia é aplicada para mudar os processos das unidades de saúde. O projeto acompanha a rotina e os procedimentos estabelecidos nas unidades participantes para identificar eventuais dificuldades e implementar ações de melhoria para evitar desperdícios, otimizar o tempo e a experiência do paciente com o SUS.

A metodologia também agiliza o atendimento e capacita as equipes, com envolvimento de todos os profissionais que atuam dentro do hospital. Uma das ferramentas do projeto é criar a cultura da disciplina e gerar oportunidades para melhorias, aplicando soluções.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

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