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As contagens plaquetárias abaixo de 100 mil iniciam a suspeição de PTI. Existe uma proposta de investigação de trombocitopenia com o acompanhamento seriado da contagem de plaquetas entre dois a seis meses ou por dois anos. Além disso, deve-se avaliar o sangue periférico para descartar pseudotrombocitopenia e alterações e morfológicas associadas a doenças hereditárias.

É necessária a investigação com mielograma ou biópsia de medula óssea?

Não existe evidência consistente para investigação de trombocitopenia isolada com mielograma e biópsia de medula óssea.

Quais exames complementares devemos pedir na suspeita de PTI?

Sorologias para investigação de HIV, Hepatite C e B, Citomegalovírus, pesquisa de Helicobacter pylori, doenças reumatológicas, síndrome do anticorpo antifosfolipídeo e TSH. Em determinados casos, screening para neoplasias deve ser realizado, como na suspeita de Leucemia Linfocítica Crônica, por exemplo.

Quando chamamos a doença de aguda ou crônica?

Evitamos chamar PTI de aguda. A doença recém diagnosticada que não sustenta resposta no período de três a doze meses após tratamento deve ser chamada de persistente e, com a persistência de trombocitopenia por mais de doze meses, chamamos de PTI refratária.

Quais critérios consideramos como PTI refratária, resposta completa ou resposta parcial?

Resposta completa inclui contagem plaquetária acima de 100 x 109/L após tratamento e nenhum sangramento importante. Já resposta parcial inclui contagem plaquetária entre 30 e 100 x 109/L sem sangramento importante após tratamento.

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Por fim, PTI refratária pode ser considerada baseada em dois critérios: doença refratária ou recaída após esplenectomia ou sintomas hemorrágicos que requerem tratamento.

O que fazer com o doente com PTI que possui sangramento ativo?

PTI com contagem plaquetária abaixo de 20 x 109/L e sangramento ativo recebem tratamento com imunoglobulina associada ou não à corticoterapia. A transfusão de plaquetas é indicada somente em caso de PTI refratária com sangramento ativo e imunoglobulina associada.

Quando a esplenectomia é indicada no tratamento da PTI?

PTI refratária e recorrente é indicação de esplenectomia. Algumas situações devem ser consideradas, como: falha terapêutica com uso de corticoesteroides, uso prolongado de altas doses de corticoides e/ou contra indicação ao uso dessas drogas, por exemplo.

Quais outras drogas usadas no controle da PTI?

São aprovadas e utilizadas drogas como azatioprina, danazol, ciclosporina A, micofenolato com eficácia variada.

Qual o papel dos agonistas do receptor de trombopoetina na PTI?

São utilizados dois tipos de agonistas do receptor da trombopoetina: eltrombopag e romiplostim. Ambos com indicação na PTI refratária.

Qual a contagem plaquetária necessária para internação hospitalar?

Não existe número exato de plaquetas para internar um paciente. Existe associação de menos de 30 x 109/L plaquetas com maior risco de fenômenos hemorrágicos.

O que devemos saber sobre o paciente que se submeterá à esplenectomia?

Os pacientes deverão receber antes da cirurgia vacina contra pneumococo, Haemophylus influenza e meningococo.

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Autor:

Referências:

  • OZELO, Margareth Castro et al . Guideline on immune thrombocytopenia in adults: Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular. Project Guidelines: Associação Médica Brasileira – 2018. Hematol., Transfus. Cell Ther., São Paulo , v. 40, n. 1, p. 50-74, Mar. 2018.
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