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Segundo novo artigo publicado no New England Journal of Medicineromosozumab é superior ao alendronato na redução do risco de fratura por osteoporose em mulheres.

Para chegar nessa conclusão, pesquisadores realizaram um estudo com 4.093 mulheres na pós-menopausa com osteoporose e uma fratura por fragilidade. As participantes foram atribuídas, aleatoriamente, em uma proporção de 1:1, para receberem romosozumab subcutâneo mensal (210 mg) ou alendronato oral semanal (70 mg) por 12 meses. Ambos os tratamentos foram seguidos por um período open-label de alendronato.

Os principais desfechos foram a incidência cumulativa de nova fratura vertebral aos 24 meses e a incidência cumulativa de fratura clínica (fratura não vertebral e vertebral sintomática) no momento da análise primária (após fraturas clínicas serem confirmadas em ≥ 330 pacientes).

Durante um período de 24 meses, observou-se um risco 48% menor de novas fraturas vertebrais no grupo romosozumab-alendronato (6,2% [127 de 2.046 pacientes]) do que no grupo alendronato-alendronato (11,9% [243 de 2047 pacientes]) (p <0,001).

As fraturas clínicas ocorreram em 198 de 2.046 pacientes (9,7%) no grupo romosozumab-alendronato versus 266 dos 2.047 pacientes (13%) no grupo alendronato-alendronato, representando um risco 27% menor com romosozumab (p <0,001).

O risco de fraturas não-vertebrais foi menor em 19% no grupo romosozumab-alendronato do que no grupo alendronato-alendronato (178 de 2046 pacientes [8,7%] versus 217 dos 2.047 [10,6%]; p = 0,04 ), e o risco de fratura do quadril foi menor em 38% (41 dos 2046 pacientes [2,0%] versus 66 dos 2.047 [3,2%]; p = 0,02).

Veja também: ‘Osteoporose induzida por corticoide: veja nova diretriz para prevenção e tratamento’

Eventos adversos

Eventos adversos gerais e eventos adversos graves foram equilibrados entre os dois grupos. Durante o ano 1, os eventos adversos cardiovasculares graves foram observados mais frequentemente com romosozumab (50 dos 2040 pacientes [2,5%] versus 38 de 2014 pacientes [1,9%]).

Durante o período open-label de alendronato, foram observados eventos de osteonecrose da mandíbula (1 evento em cada grupo) e fratura femoral atípica (2 eventos no grupo romosozumab  e 4 no alendronato).

Conclusão

Pelos achados, os pesquisadores concluíram que, em mulheres na pós-menopausa com osteoporose e alto risco de fratura, o tratamento com romosozumab durante 12 meses seguido de alendronato resultou em um risco significativamente menor de fratura do que apenas o alendronato.

E mais: ‘Osteoporose: apresentação clínica e critérios diagnósticos’

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referências:

  • Romosozumab or Alendronate for Fracture Prevention in Women with Osteoporosis. September 11, 2017. DOI: 10.1056/NEJMoa1708322
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2 comentários

  1. UBIRATAN ROSA PASSOS

    OK. E A ASSOCIAÇÃO MENAQUINONA (VITAMINA K2)+VITAMINA D3? ALGUM ESTUDO? SÃO BASTANTE ACESSÍVEIS À POPULAÇÃO.
    LI VÁRIOS ESTUDOS SOBRE A VITAMINA K2. INCLUSIVE JÁ FOI LANÇADA NO MERCADO.

    • Ana Carolina Pomodoro

      Olá, Ubiratan! Muito interessante seu questionamento. Se puder, traga referências científicas confiáveis desses estudos que leu para que possamos fazer uma postagem a respeito, dividindo esse conhecimento com os outros colegas médicos. Afinal, nosso portal é desenvolvido por médicos para médicos, a fim de podermos discutir com os colegas os assuntos mais atuais. Desde já agradecemos sua contribuição!

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