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T4 livre está associada com risco de fibrilação atrial

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O risco de fibrilação atrial (FA) é maior na presença de hipertireoidismo subclínico. Pensando isso, pesquisadores investigaram se as variações na função tireoidiana também estão associadas à FA.

Em novo artigo publicado na Circulation, pesquisadores realizaram uma revisão sistemática da literatura e obtiveram dados de participantes de estudos prospectivos de coorte que mediram a função da tireoide no baseline e analisaram a incidência de FA. Os estudos foram identificados a partir dos bancos de dados MEDLINE e EMBASE desde o início até julho de 2016.

O funcionamento normal da tireoide foi definido como TSH de 0,45 a 4,49 mUI/L e hipotireoidismo subclínico como TSH de 4,5 a 19,9 mUI/L com T4 livre dentro do intervalo de referência.

Veja também: ‘Quando medir TSH e T4 livre?’

Dos 30.085 participantes de 11 coortes, 1.958 indivíduos (6,5%) tiveram hipotireoidismo subclínico e 2.574 (8,6%) desenvolveram FA durante o seguimento. O TSH no baseline não foi significativamente associado ao risco de FA em participantes com funcionamento normal da tireoide ou hipotireoidismo subclínico.

Já níveis mais elevados de T4 livre no baseline em indivíduos com funcionamento normal da tireoide foram associados ao aumento do risco de FA (hazard ratio = 1,45; intervalo de confiança de 95%: 1,26-1,66 para o quartil mais alto vs. o mais baixo de T4 livre; p ≤ 0.001). As estimativas não diferiram após o ajuste para doenças cardiovasculares preexistentes.

Pelos resultados, os pesquisadores concluíram que, para indivíduos com funcionamento normal da tireoide, níveis mais elevados de T4 livre – e não de TSH – estão associados ao aumento do risco de FA.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referências:

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