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O Instituto Butantan enviou para a Anvisa, na manhã do dia 08, o pedido de autorização temporária para uso emergencial da vacina Coronavac.

Vacina Coronavac: Butantan faz o pedido de uso emergencial para a Anvisa

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O Instituto Butantan enviou para a Anvisa na manhã de hoje, dia 08, o pedido de autorização temporária para uso emergencial da vacina Coronavac.

Em seu site, a Anvisa informou que já iniciou o processo, com a triagem da documentação necessária e da proposta do laboratório. Esse primeiro passo terá a duração de 24h e, caso falte alguma informação importante, o órgão pode solicitar informações adicionais em um prazo de dez dias.

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A eficácia da vacina Coronavac

O pedido veio depois da apresentação dos resultados de eficácia da Coronavac, na tarde de ontem. Com 100% de eficácia para casos graves, moderados e de internação e de 78% em casos leves e com atendimento ambulatorial, o anúncio foi bastante comemorado pelos brasileiros.

Logo após, com uma coletiva da parte do Ministério da Saúde, foi confirmada a assinatura de um contrato de aquisição de doses da Coronavac, para a execução do Plano Nacional de Vacinação. O contrato prevê o fornecimento de 46 milhões de doses, divididas em quatro etapas, até o final de abril.

Em pronunciamento ontem à noite, o ministro da saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o processo de vacinação começará no país ainda durante o mês de janeiro e que a vacina poderá ser exportada para outros países da América Latina. Ele afirmou que existem mais de 60 milhões de seringas e agulhas disponíveis no Brasil e que “todos os estados e municípios receberão a vacina de forma simultânea, igualitária e proporcional à população”.

Diferente de outras vacinas já em circulação na Europa e Estados Unidos, a Coronavac utiliza a técnica de vírus inativado e o fato de ser produzida no país facilita o processo de logística. O Butantan prevê a produção de um milhão de doses por dia

Fiocruz também faz pedido

Também na data de hoje, 08, a Fiocruz protocolou o pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental da vacina de Oxford. Ao contrário do Butantan, com fabricação própria, o pedido da Fiocruz para o uso de 2 milhões de doses que serão importadas do laboratório Serum, na Índia.

A análise dos pedidos feitos será feita por uma equipe multidisciplinar, com especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção da Anvisa.

Referências bibliográficas:

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