Pebmed - Notícias e Atualizações em Medicina
Cadastre-se grátis
Home / Clínica Médica / Como estão as pesquisas das universidades brasileiras sobre o novo coronavírus
imagem digital de coronavírus

Como estão as pesquisas das universidades brasileiras sobre o novo coronavírus

Acesse para ver o conteúdo

Inscreva-se gratuitamente para acessar esse conteúdo e muito mais no Portal PEBMED!

Tenha acesso ilimitado a quizzes, casos clínicos, novos estudos e diretrizes atualizadas.

Preencha os dados abaixo para completar seu cadastro.

Ao clicar em inscreva-se, você concorda em receber notícias e novidades da medicina por e-mail. Pensando no seu bem estar, a PEBMED se compromete a não usar suas informações de contato para enviar qualquer tipo de SPAM.

Inscreva-se ou

Seja bem vindo

Voltar para o portal

Os pesquisadores de universidades públicas brasileiras estão desenvolvendo exames para o diagnóstico do novo coronavírus, além da utilização de inteligência artificial para o monitoramento de informações no combate à Covid-19.

Pesquisas sobre o novo coronavírus

Uma das iniciativas promissoras vem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), através do projeto Rede Vírus, promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Um grupo de pesquisadores está desenvolvendo um novo teste de diagnóstico para a doença, que tem como grande vantagem a aplicabilidade em forma massiva.

Já na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi criado um grupo de trabalho multidisciplinar para ações de orientação, diagnóstico e tratamento de possíveis casos de Covid-19. O objetivo é desenvolver um novo exame de diagnóstico que seja mais barato e rápido.

Outra linha de atuação do grupo é o desenvolvimento de uma inteligência artificial capaz de monitorar informações relacionadas à chegada do vírus.

Os pesquisadores estão monitorando desde o fluxo de passageiros chegando de países com transmissão da doença até dados laboratoriais, como o índice de mortalidade. O objetivo é unir grandes bases de dados para criar modelos preditivos para a ocorrência da enfermidade, como os prováveis lugares em que ela chegará para tentar evitar que ela se espalhe pelo país.

Na região Nordeste, os cientistas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) importaram dois tipos de testes para identificação do vírus dos Estados Unidos e da China para oferecer o serviço a qualquer hospital particular que queira fazer a amostra. Com esse teste, é possível isolar o vírus e fazer pesquisas.

Outras ações

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) ajudou na elaboração do Protocolo Clínico para Manejo de Pacientes, um manual com os procedimentos adequados para o atendimento de pessoas infectadas.

Os pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC) criaram um grupo que organiza a articulação institucional com autoridades de saúde do estado e dos municípios para definirem ações estratégicas contra o coronavírus.

Já a Universidade Nacional de Brasília (UNB) segue uma linha semelhante, e contribui com planos de preparação e de contingência juntamente com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

Leia mais:

Pesquisadores da USP produzem coronavírus em laboratório

Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) conseguiram isolar e cultivar em laboratório amostras de coronavírus SARS-CoV-2, obtidos dos dois primeiros pacientes brasileiros diagnosticados com a doença no Hospital Israelita Albert Einstein.

A meta é distribuir os vírus para grupos de pesquisa e laboratórios clínicos públicos e privados em todo o país para a ampliação da capacidade de realização de testes diagnósticos e no avanço dos estudos sobre como a doença é causada e se propaga.

Vacina contra o coronavírus

Pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) estão desenvolvendo uma vacina para combater o coronavírus.

O grupo acredita que a estratégia empregada é uma promissora e que poderá induzir uma resposta imunológica melhor do que a de outras propostas que têm surgido, baseadas fundamentalmente em vacinas de mRNA.

Vamos aguardar!

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Autora:

Referências bibliográficas:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

×

Adicione o Portal PEBMED à tela inicial do seu celular: Clique em Salvar na Home Salvar na Home e "adicionar à tela de início".

Esse site utiliza cookies. Para saber mais sobre como usamos cookies, consulte nossa política.