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monitor de UTI em foco, com paciente com coronavírus ao fundo

Coronavírus: lopinavir-ritonavir e cloroquina podem ser opções de tratamento?

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Com o crescimento da pandemia no Ocidente, novas formas de tratamento para a doença do novo coronavírus, Covid-19, estão sendo pesquisadas. A maioria tem como pano de fundo estudos prévios in vitro, em modelos animais, e na experiência anterior com o outro coronavírus, o MERS.

Lopinavir-Ritonavir para coronavírus

Saiu no New England Journal of Medicine (NEJM) um ensaio clínico com lopinavir-ritonavir, cujo nome comercial mais conhecido é Kaletra®, para adultos com Covid-19, sinais radiológicos de pneumonia viral e hipoxemia. O ensaio foi com grupo controle, porém sem uso de placebo e sem cegamento. Foram recrutados cerca de 100 pacientes em cada grupo. Por se tratar de um estudo aberto, é importante a avaliação de métricas objetivas de melhora.

  • “Melhora clínica com 14 dias”: 45% com medicação vs 30% sem medicação (p<0,05);
  • Tempo até melhora: 15 dias com medicação vs 16 dias no controle (p<0,05);
  • Mortalidade: 19,2% com medicação vs 25% no controle (não significativo, p>0,05);
  • Isolamento viral: não houve diferença.

Os principais eventos adversos foram gastrointestinais e nenhum muito grave. No editorial, os autores são céticos, pois apesar de alguns sinais de melhora clínica, não houve redução da viremia, o que na opinião deles poderia indicar algum viés.

Cloroquina

Uma revisão sistemática publicada no Journal of Critical Care incluiu pequenos estudos publicados na China e os resultados preliminares dos grandes ensaios que começaram por lá e os resultados (preliminares) animaram a comunidade científica!

A droga tem atividade in vitro e relatos de melhora clínica. Em um estudo francês com 36 pacientes, a combinação hidroxicloroquina e azitromicina reduziu a viremia após 6 dias. Só que para a vida real, ainda falta um estudo mais organizado, como foi feito com lopinavir-ritonavir.

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Um comentário

  1. Avatar
    Welberth Cordeiro

    Raltegravir, Abacavir e o Ofatumumab podem ser a grande chave para o tratamento do vírus. Fármacos potentes, capazes de vencer até o Ebola em dias. Porém muitos caros e em escassez. O quê não controlaria a pandemia salvo, a quebra de patente.

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