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Consumo de nozes e função renal entre mulheres com histórico de diabetes gestacional

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Hoje em dia tem-se dedicado muito tempo, dinheiro e estudos à valorização de uma vida saudável. Durante o ciclo gravídico não é diferente, ainda mais com a necessidade de vigilância sobre o ganho de peso através de uso de uma alimentação saudável que favoreça desenvolvimento fetal e proteja a mãe.

A ingestão de nozes é uma rotina sabidamente benéfica para diminuição do risco cardiometabólico. Entretanto temos poucos estudos avaliando essa prática e os possíveis benefícios na função renal para pacientes gestantes diabéticas, cuja complicação temida é a perda da função renal.

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Consumo de nozes faz parte de uma alimentação saudável principalmente em gestantes para melhorar a função renal

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Estudo dinamarquês

Com esse objetivo, um grupo dinamarquês acompanhou durante 2 anos (2012 – 2014) 607 gestantes com diabetes mellitus gestacional que fizeram uso de nozes em sua dieta de forma regular. Divididas em alguns grupos de acordo com a ingestão de nozes:

  1. Grupo 1 – ingesta nenhuma (menos de 1 porção ao mês)
  2. Grupo 2 – mensalmente (uso de 2-3 porções ao mês)
  3. Grupo 3 – semanalmente (uso de 1-6 porções por semana)
  4. Grupo 4 – diariamente (uso de mais de uma porção ao dia)

Considerando-se porção como a quantidade de 28 gramas de nozes.

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A avaliação da função renal foi realizada por medida da taxa de filtração glomerular e pela relação albumina e creatinina medidos no plasma (creatinina) e na urina (albumina).

Resultado e conclusão

Os resultados demonstraram uma associação não linear entre o grupo de consumo diário de nozes e os melhores resultados de função renal mais baixos. Conclui-se que o consumo moderado de nozes pode ser interessante para preservação da função renal em pacientes com potencial de lesão renal como as gestantes com diabetes gestacional.

Autor(a):

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Referências bibliográficas:

  • Ajjarapu AS, et al. Nut Consumption and Renal Function Among Women With a History of Gestational Diabetes. Journ of Ren Nutr. 2020 Sept;30(5):415-422. doi: 10.1053/j.jrn.2019.10.005

 

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