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OMS lança estudo colaborativo mundial para testar medicamentos contra o coronavírus

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou o início do projeto SOLIDARITY, que tem como objetivo realizar testes com as quatro drogas mais promissoras no tratamento contra o novo coronavírus. O estudo foi projetado para ser o mais simples possível para que até os hospitais mais sobrecarregados pela pandemia possam participar.

A meta é promover testes com remédios já existentes para acelerar o processo, uma vez que criar compostos do zero pode levar anos, entre desenvolvimento e fase de testes.

Além disso, os pesquisadores estão analisando substâncias não aprovadas que tiveram um bom desempenho em estudos com animais contra outros dois tipos coronavírus: SARS e MERS.

Dentre os medicamentos testados, a entidade pretende focar em quatro que se mostraram mais promissores:

  • Remdesivir, utilizado no tratamento do ebola;
  • Cloroquina, utilizada para tratar a malária;
  • Ritonavir ou lopinavir, que faz parte do coquetel de tratamento do HIV;
  • Interferon-beta, uma molécula envolvida na regulação da inflamação corporal que, em testes anteriores, demonstrou efeito em macacos da espécie saguis infectados por MERS.

Projeto para tratamentos contra o coronavírus

Participar do projeto SOLIDARITY é relativamente fácil, segundo a OMS. Quando uma pessoa com Covid-19 for considerada elegível para o teste, o médico responsável deverá inserir os dados dela no site da entidade, incluindo qualquer condição subjacente que possa mudar o curso da infecção, como diabetes ou HIV.

Além disso, o profissional da saúde deve indicar quais medicamentos estão disponíveis no hospital em que atua para que o sistema da OMS possa calcular os tratamentos possíveis.

Veja mais: Por que ainda é cedo para liberar o uso de hidroxicloroquina para Covid-19? [vídeo]

Países participantes

A Tailândia é um dos países que participarão do estudo clínico da OMS, como explicou Daniel Kertesz, representante da OMS na Tailândia, na página da entidade.

“Esse problema global requer soluções globais urgentes. A Tailândia será um parceiro valioso na realização de estudos para avaliar se os possíveis tratamentos são eficazes. O objetivo é identificar medicamentos que possam salvar vidas na batalha global para combater esse vírus”, disse Daniel Kertesz.

Leia também: Coronavírus: ação solidária pretende ativar 50 leitos de UTI, no Rio de Janeiro

Além disso, o representante da OMS instou a Tailândia e outros países a não desistirem dos esforços para derrotar o coronavírus.

“Precisamos aproveitar todas as oportunidades para reduzir a disseminação da doença entre as pessoas. As autoridades de saúde pública continuarão a fazer sua parte: testando o covid-19, isolando os casos rapidamente para impedir a transmissão do vírus, tratando-os e rastreando seus contatos. Mas cada pessoa tem a capacidade de contribuir, de se proteger, de proteger outras pessoas, seja em casa, na sua comunidade, no local de trabalho ou no sistema de transporte”.

A OMS está trabalhando em estreita colaboração com o governo da Tailândia à medida que aumenta a sua resposta em saúde pública à doença, fornecendo assistência técnica e facilitando o intercâmbio de conhecimentos entre países e organizações que trabalham juntos para combater o vírus.

Além da Tailândia, Argentina, Bahrein, Canadá, França, Irã, Noruega, África do Sul, Espanha e Suíça também já estão participando do projeto.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

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