Pebmed - Notícias e Atualizações em Medicina
Cadastre-se grátis
Home / Clínica Médica / Tuberculose: Brasil reduz em 8% o número de óbitos na última década
Médico analisa raio-x de pulmão de paciente com suspeita de tuberculose. Doença que o Brasil reduziu em 8% o número de óbitos na última década.

Tuberculose: Brasil reduz em 8% o número de óbitos na última década

Acesse para ver o conteúdo

Inscreva-se gratuitamente para acessar esse conteúdo e muito mais no Portal PEBMED!

Tenha acesso ilimitado a quizzes, casos clínicos, novos estudos e diretrizes atualizadas.

Preencha os dados abaixo para completar seu cadastro.

Ao clicar em inscreva-se, você concorda em receber notícias e novidades da medicina por e-mail. Pensando no seu bem estar, a PEBMED se compromete a não usar suas informações de contato para enviar qualquer tipo de SPAM.

Inscreva-se ou

Seja bem vindo

Voltar para o portal

A tuberculose está entre as dez principais causas de morte no mundo, com 10 milhões de casos anualmente e mais de 1 milhão de óbitos. No Brasil, em 2019, foram registrados 73.864 mil novos casos da enfermidade. Segundo especialistas, o abandono do tratamento é o principal motivo para a tuberculose ainda continuar causando tantos óbitos. Apesar de ter reduzido em 8% o número de óbitos na última década (4.881 óbitos em 2008), em 2018, 4.490 pessoas morreram no país.

Tratamento da tuberculose

O tratamento oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS) dura, em média, seis meses. Apesar da melhora dos sintomas logo nas primeiras semanas após início, a cura somente é garantida ao final da terapia. Além disso, interromper o tratamento pode elevar o risco de transmissão da doença para outras pessoas através do espirro, tosse ou fala.

No Brasil, de cada dez pessoas que começam o tratamento, uma, no mínimo, deixa de tomar os medicamentos. O esquema básico consiste na administração de medicamentos em doses combinadas fixas, ou seja, quatro em um: com Rifampicina + Isoniazida +Pirazinamida + Etambutol, durante dois meses, seguido de dois medicamentos em um: Rifampicina + Isoniazida durante quatro meses.

Para reforçar a importância da continuação do tratamento até o final, o Ministério da Saúde vai começar uma campanha de divulgação para toda a população.

A orientação é que as unidades de saúde continuem assistindo às pessoas com tuberculose, desenvolvendo estratégias para evitar que esses pacientes se exponham desnecessariamente, principalmente em ambientes com concentração de indivíduos ou locais com circulação comprovada do Covid-19.

Dados do Boletim Epidemiológico de Tuberculose 2020

Os novos dados apontam para uma queda no número de casos novos da enfermidade em 2019 na comparação com 2018, quando foram registrados 75.717 novos casos de tuberculose.

Contudo, nos últimos cinco anos, o número de casos no país aumentou 6%, passando de 69.802, em 2015, para 73.864, em 2019.

Leia também: Tuberculose latente: novo medicamento no SUS reduz tempo de tratamento

Avanços

Em 2019, o Brasil passou a liderar a estratégia de luta global contra a tuberculose, com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assumindo por três anos a presidência do Conselho da Stop TB Partnership.

Essa entidade internacional visa eliminar a tuberculose no mundo, contando com cerca de 1.700 representantes em mais de 100 países, incluindo governos, organizações internacionais, agências de pesquisa e financiamento, além de fundações e ONGs.

No ano passado, o país avançou no tratamento de crianças com a doença, tornando-o mais simples. O SUS passou a oferecer os remédios de cada fase, em comprimidos em doses únicas combinadas e solúveis em água.

Com essa iniciativa, o Brasil se alinhou à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que defendem que os medicamentos em doses fixas combinadas são uma oportunidade para simplificar e melhorar o tratamento de tuberculose nas crianças, além de possibilitar a melhora da adesão e da completude do tratamento.

Em 2019, foram registrados 1.271 casos da doença entre crianças na faixa etária até dez anos.

Autor:

 

Referências bibliográficas:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

×

Adicione o Portal PEBMED à tela inicial do seu celular: Clique em Salvar na Home Salvar na Home e "adicionar à tela de início".

Esse site utiliza cookies. Para saber mais sobre como usamos cookies, consulte nossa política.