Felipe Victer

Cirugião geral ⦁ Hospital Universitário Pedro Ernesto ⦁ Hospital Universitário Clementino fraga filho (UFRJ) ⦁ Felllow do American College of Surgeons ⦁ Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões ⦁ Membro da Sociedade Americana de Cirurgia Gastrointestinal e Endoscópica (Sages) ⦁ Ex-editor adjunto da Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (2016 a 2019)

O que causou minha apendicite, doutor?

É extremamente comum na vida de um cirurgião geral a pergunta por parte do paciente qual foi a causa da apendicite dele.

Esôfago curto: Estudo revisa questões históricas e atuais relacionadas ao seu tratamento

O trabalho publicado na Annals of Surgery revisa questões do tratamento da doença do refluxo em pacientes diagnosticados com esôfago curto. Saiba mais.

Escore mSIS para câncer gástrico pode ser útil?

Diversos biomarcadores foram avaliados para caracterizar o grau de repercussão sistêmica do câncer gástrico, sem sucesso na prática clínica.

Bridas pós-operatórias: como abordar a obstrução abdominal?

As intercorrências pós-operatórias podem ocorrer e a principal ocorrência a longo prazo são as obstruções abdominais por aderência e bridas. Saiba mais.

Câncer colorretal: quais os principais aspectos dos tumores precoces?

Artigo de revisão analisa diferentes aspectos clínicos e patológicos da população com apresentação precoce de tumores colorretais.

Miotomia endoscópica (POEM): Um trabalho sobre o longo prazo

Um trabalho fez uma análise retrospectiva avaliou pacientes com pelo menos quatro anos de evolução após o POEM. Saiba mais

Micrometástase e células tumorais isoladas no câncer gástrico

Existem duas entidades que o significado clínico ainda está sendo determinado: micrometástase (MM) e células tumorais isoladas (CTI).

Encontrei uma lesão no pâncreas, e agora?

Com métodos de imagem mais apurados e rotineiros, um incontável número de lesões insuspeitas (incluindo no pâncreas) são encontradas.

Câncer gástrico: qual a melhor combinação de terapia adjuvante?

O câncer gástrico, apesar de avanços no tratamento, apresenta taxas de recidiva consideráveis mesmo após uma cirurgia dita com curativa.

Esofagectomia: anastomose intratorácica x anastomose cervical

Enquanto a anastomose intratorácica por cirurgia minimamente invasiva é desafiadora, a anastomose cervical possui relativa facilidade.

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