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ESC 2019: rivaroxabana em monoterapia na DAC estável

Cardiologia, Congressos, ESC 2019
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O Portal PEBMED vai trazer as principais novidades do congresso 2019 da ESC 2019, que acontece entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro. Confira todos os artigos clicando aqui.

Em pacientes com doença arterial coronariana, é recomendada dupla antiagregação plaquetária por um ano após um evento agudo e/ou após angioplastia com stent farmacológico. Nas pessoas com indicação para anticoagulação oral isso pode ser um problema, pelo alto risco de sangramento com a chamada “terapia tripla”. Por isso, diretrizes recentes sugerem que neste primeiro ano seja administrada uma combinação de um antiplaquetário + DOAC (ou NOAC). Mas, e depois? Mantém ambos?

Um estudo publicado na NEJM e apresentado no ESC 2019 mostrou que basta a rivaroxabana. O estudo japonês recrutou pacientes com DAC estável, sem angioplastia prévia, ou com angioplastia há mais de um ano. E comparou dois tratamentos: rivaroxabana monoterapia versus rivaroxabana + AAS. A população tinha idade média 74 anos, 79% do sexo masculino, 42% diabéticos, 13% com AVC prévio e 35% com IAM prévio. 

O estudo foi interrompido antes do final pois houve maior mortalidade no grupo com terapia combinada, às custas de um maior risco de sangramento. A monoterapia com rivaroxabana mostrou redução nos eventos cardiovasculares (28%), mortalidade geral (45%) e menos sangramento (41% a menos).

Qual a mensagem prática? Em pacientes com DAC estável, com angioplastia há mais de um ano, e indicação de anticoagulação por outro motivo (ex: FA), a monoterapia com rivaroxabana é mais eficaz e segura em relação à combinação com AAS.

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