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ESC 2019: ticagrelor não reduz eventos em diabéticos com angina

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A dupla antiagregação plaquetária é recomendada em todos os pacientes por um ano após um evento coronariano agudo, bem como naqueles submetidos à angioplastia com stent, e é realizada com a combinação do AAS com um inibidor P2Y12. O ticagrelor tem a interessante característica de maior eficácia em relação ao clopidogrel e menor risco de sangramento em relação ao prasugrel. Contudo, em um estudo publicado na NEJM e apresentado no congresso da European Society of Cardiology (ESC) 2019, a associação de ticagrelor com AAS em diabéticos com angina estável, mas sem IAM nem stent, não trouxe benefícios.

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Ticagrelor em diabéticos

O estudo randomizou 19.220 pacientes para uso de AAS + placebo ou AAS + ticagrelor. A dose inicial desta última foi 90 mg 12/12h, mas depois reduzida para 60 mg 12/12h, e os pacientes acompanhados em média por 3 anos. A população tinha idade média 66 anos, 69% homens, 90% hipertensos, 61% multivasculares e 9% com doença arterial periférica.

Os resultados mostraram que houve redução de 10% no desfecho combinado de morte, AVC ou IAM; quando analisados em separado, o benefício foi mais para reduzir eventos não fatais. Contudo, houve um aumento na taxa de sangramento grave, em especial AVC hemorrágico, além de mais suspensões do ticagrelor por dispneia em relação ao placebo. Com isso, o NNT do estudo foi 138:1, mas o NNH (harm – dano) foi 93:1.

Qual a mensagem prática? Ainda não é hora de DAPT no paciente sem IAM e sem stent. O próximo passo é estudar se os inibidores P2Y12 em monoterapia, substituindo o AAS, serão benéficos.

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