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Dia Nacional de Combate à Sífilis alerta sobre aumento de casos da doença

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O Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita é comemorado no Brasil desde o ano passado a partir da aprovação, no Plenário do Senado, da Lei nº 13.430 em março de 2017.  A nova norma estabeleceu que o terceiro sábado de outubro fosse dedicado à conscientização para os riscos da infecção. O objetivo da campanha é alertar a população para o diagnóstico e tratamento desta doença sexualmente transmissível (DST).

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Apesar das campanhas de conscientização, novo casos de infecção vem aumentando no país nos último anos. Os casos mais graves envolvem gestantes, pois a DST pode ser transmitida ao feto em qualquer momento durante a gravidez, ou no parto, e há altos riscos de sequelas no bebê como má-formação, deformidades ósseas, cegueira, surdez, problemas neurológicos, morte neonatal, etc.

Novos casos de Sífilis no Brasil

Segundo o Ministério da Saúde, os casos de sífilis no Brasil aumentaram 27,9% de 2015 para 2016. A incidência de sífilis congênita cresceu 4,7% e o índice de grávidas infectadas também teve aumento de 4,7%. Nos Estados Unidos, por exemplo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de infecções por sífilis congênita cresceu entre 2012 e 2016, o índice foi de 8,4 casos por 100 mil nascimentos de crianças vivas (em 2012) para 15,7 casos por 100 mil nascimentos de crianças vivas (em 2016); um aumento de 87%.

Tratamento e prevenção

A sífilis é uma doença de fácil tratamento, sendo mais indicado o uso de penicilina G benzatina. Porém. em casos de desabastecimento do antimicrobiano, como ocorreu no ano passado, o médico pode escolher outras opções, como a doxiciclina 100 mg via oral. Como o principal meio de transmissão da sífilis é pelo sexo, a profilaxia ideal é o uso de camisinha. No entanto, conforme dados do Ministério da Saúde, a adesão ao preservativo é ainda muito baixa, principalmente entre os jovens de 15 a 24 anos. Nesta faixa etária, quase a metade das pessoas deixa de usar a camisinha durante o ato sexual (43,4%).

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*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referências:

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